Entenda a diferença da falta de apetite infantil e do desinteresse na alimentação
“Não vou comer”, “não estou com fome”, “não quero”, “disso eu não gosto”: com certeza todas as mamães já ouviram frases como essas quando falaram às crianças que estava na hora de comer.
Depois dessas famosas frases, surge aquele desespero: “o que dar para meu filho comer?” ou “como fazer ele se alimentar?”. São dúvidas comuns, mas calma, você não precisa colocar tanta preocupação em cima disso.
Bom, é claro que as crianças precisam e devem comer, e todas nós entendemos isso. Porém, também é importante que você entenda que isso faz parte da vida de praticamente todas as crianças.
Ou seja: a maioria das mães passa pelo mesmo que você, e é preciso saber lidar com isso da melhor forma. Sabe como? Eu ajudo você nessa!
Descubra como interpretar a falta de apetite do seu filho
Antes de mais nada, é importante que você descarte quaisquer tipos de doenças, como a própria anemia, que podem estar tirando o apetite do seu pequeno.
Outras situações que podem estar levando seu filho à inapetência: resfriado, dor de garganta ou de ouvido. Além disso, há também o nascimento dos dentes, uma situação que causa desconforto e acaba afetando o apetite.
Tudo isso acaba se normalizando depois que passa.
Mas, se seu filho não está passando por nenhum das situações que falamos acima, provavelmente a falta de apetite se dá por outros motivos: lanches fora de hora, o jeito como os responsáveis lidam com a inapetência, entre outras.
Vamos falar disso no próximo tópico?
Leve com naturalidade: é importante entender que a falta de apetite existe!
Depois de interpretar a falta de apetite do seu pequeno, é hora de levar com naturalidade e entender esse processo, sabendo lidar da melhor forma.
Entenda tudo isso como algo normal, afinal, não é só com você que isso acontece. Por isso, não se culpe, tampouco fique nervosa e estressada com a situação, pois isso acaba transmitindo os mesmos sentimentos ao seu filho.
Ao contrário, siga algumas dicas que podem ajudar vocês dois:
- Mantenha um intervalo em torno de duas horas entre as refeições, e evite lanchinhos não saudáveis entre elas;
- Envolva as crianças o quanto antes na compra e no preparo dos alimentos;
- Ofereça alimentos que seu pequeno goste. Dê preferência aos de consistência adequada, mais fáceis de engolir;
- Seja flexível quanto a horários e locais das refeições.
- Não obrigue a criança a comer. Essa atitude a deixará nervosa e reduzirá ainda mais o seu apetite;
- Seja o exemplo para seu filho.
E, principalmente: respeite esses momentos e lide da melhor forma possível, para que seu filho entenda que é importante comer, mas que não se sinta pressionado, pois isso pode piorar a situação.
Conte com um profissional para ajudar você nesse processo
Um nutricionista pode ser a pessoa que faltava para ajudar você a lidar com essas situações de inapetência em relação às crianças. Através desse auxílio, você entende como proceder nos momentos em que seu filho não quer comer e também entender porque ele não está com fome.
Além disso, o profissional indica os melhores alimentos e a alimentação mais adequada para que seu filho coma da melhor forma, crescendo saudável e feliz.
Eu posso ajudar você com isso. Entre em contato comigo e agende seu horário, vamos juntas mudar estes hábitos de trazer o apetite novamente para a vida do seu pequeno.
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