Lactação

Depois de nove meses gerando o bebê, pode-se até pensar que o corpo vai ganhar uma folguinha e descansar de tanta agitação. Mas isso não acontece nem de perto. No próximo semestre, a mulher começa a desempenhar a importante tarefa de produzir o alimento que vai deixar o filho(a) bem nutrido: o leite materno.

Lactação

Benefícios

  • Adequação do plano alimentar para a mamãe que está amamentando, inclusive em casos de alergias alimentares.
  • Aporte calórico e de nutrientes para manter o volume e a qualidade do leite materno.
  • Auxiliando no período do pós-parto para a recuperação do peso e melhora do sistema imunológico.
  • Suplementação para suprir os nutrientes deste período e também fitoterápicos para a aumentar/manter a produção do leite materno.
  • Podemos minimizar as cólicas do bebê com algumas estratégias através da alimentação.

Muitas mulheres tendem a seguir uma alimentação restrita em calorias durante a lactação para que possam atingir o peso pré-gestacional o mais rápido possível. O que muitas mulheres não se dão conta é que a produção de leite requer um gasto energético considerável.
A alimentação da mãe tem um papel decisivo. Além de não consumir bebida alcoólica e alguns tipos de medicamentos, é preciso se alimentar da maneira mais natural e saudável possível.

• Orientação sobre a amamentação durante a gestação para prevenir problemas no pós-parto;
• Orientação sobre os acessórios utilizados na amamentação;
• Auxílio para a amamentação após o nascimento do bebê;
• Indicação de alimentos Galactogogos e protocolos para aumentar a produção do leite.
• Orientação e auxílio para a manutenção, extração e conservação do leite materno;
• Orientações para mamães que precisam retornar ao trabalho e desejam manter a amamentação;

Dúvidas sobre o Serviço?

Após o parto, ou então quando houver necessidade. Como por exemplo, diminuição na produção do leite, cólicas acentuadas do bebê, perda de peso excessiva.

Sim, há sim, como diminuirmos a intensidade e a duração das cólicas do bebê.

Não somente a alimentação, o que a mãe se alimenta irá determinar uma boa parte do tratamento, mas é necessário avaliar o restante dos hábitos da mãe. Mas, na maioria dos casos, uma alimentação bem monitorada, rescinde os sintomas do bebê.